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MOSTRA HISTÓRICA SOBRE AS ESSÊNCIAS FLORAIS A produtora das Essências Florais Filhas de Gaia – a Maria Grillo – tem se dedicado nos últimos anos a estudar os campos da biologia, da física e da filosofia contemporânea na intenção de configurar finalmente uma teoria que explique ampla e satisfatoriamente aquilo que os florais realmente são e de que forma eles atuam e interferem em nossa vida interior. Pedimos à Maria que escrevesse para nós um texto a respeito dessa sua pesquisa para que pudéssemos aproveitar a oportunidade dessa nossa Mostra Histórica que está sendo levada a tantos diferentes locais em nosso país para divulgar a terminologia científica que explica melhor o nosso instrumento de trabalho e sua ação. Alguns terapeutas florais e simpatizantes da terapia floral muitas vezes acham de difícil compreensão as áreas de conhecimento da física e das ciências exatas em geral, então a Ruth Toledo e a Cynthia Asseff procuraram encontrar metáforas e um jeito simples de explicar aquilo que na verdade nós já vivenciamos quando utilizamos as essências florais como clientes ou como terapeutas. Começando com o texto original de Maria Grillo: Até ontem costumávamos chamar os florais de essências vibracionais. Isso se deveu ao fato de que o Dr Bach utilizou uma vez o termo “vibrações” em um dos seus textos. Mas o mestre Bach quando usava o termo “vibrações” estava falando poeticamente, se referindo, na realidade, as emanações espirituais da flor. “Vibracional” se refere a algo que pode “vibrar” e o conceito de vibração está intrinsecamente ligado à matéria. No dicionário quando procuramos pelo termo “vibrar” ou por “vibração” encontramos definições como “tremor, oscilação, agitar, fazer soar, estremecer”. Definitivamente não podemos continuar a usar o termo essências vibracionais quando falamos das essências florais. Muitas vezes usamos também o termo “freqüência” para definir aquilo que seriam as emanações das essências florais. É claro que as essências florais têm energia e emitem vibrações de determinadas freqüências. Como nos lembrou a Maria Grillo em sua carta para esse evento: “Em um de seus textos, o nosso querido Dr. Bach afirma que para aniquilar uma nova idéia não é necessário combatê-la, basta distorcê-la.” A Maria, em sua ânsia por explicações mais condizentes com os efeitos observados pelo uso das essências florais foi buscar na filosofia da ciência contemporânea os estudos de David Chalmers (matemático e filósofo, professor da Australian National University). São pesquisas que nos levam para além da dualidade matéria/energia. Maria Grillo nos diz em seu texto: “De acordo com David Chalmers trata-se então de considerar a realidade como um complexo tecido de eventos onde estes três elementos, matéria/energia/consciência, se inter-relacionam, e se interpenetram, sem com isto perderem sua identidade. Para completar seus estudos e nos oferecer uma visão mais plena sobre a ação das essências florais, além de pesquisar os trabalhos de Chalmers, Maria Grillo foi buscar na biologia os estudos de Rupert Sheldrake, do final da década de 80, a respeito de Campos de Mórficos e Ressonância Mórfica. Para Rupert Sheldrake “Campos” não são energia, nem matéria, mas são “entidades auto-organizadoras”. E esta característica é pertinente ao que Chalmers chama de consciência. Quando há troca de informação entre Campos não há transferência de energia ou de matéria, mas após o estabelecimento da comunicação entre os campos, podem ocorrer mudanças na qualidade da energia e da matéria também. De acordo com a pequisa de Maria Grillo, podemos dizer então que uma essência floral é um “campo de consciência” que carrega em si informações e que ao entrar em contato conosco, inicia um processo de ressonância mórfica acordando, intensificando, fortalecendo ou facilitando os caminhos de expressão de tal qualidade que nossa alma guarda. Voltando ao texto original da Maria Grillo, ela nos diz: Trazendo uma metáfora que resume e simplifica essas novas noções podemos pensar num CD de música como sendo uma essência floral. Os florais emitem sim freqüências que podem ser medidas pelos instrumentos da física, mas assim como não podemos dizer que os florais são a água, o brandy ou mesmo o vidrinho, também não podemos dizer que florais são freqüências de energia ou vibração. Nos apoiando nessa pesquisa de Maria Grillo podemos dizer que essências florais são Campos de Consciência. À medida que essas informações ou campos, ou seja as essências florais, entram em ressonância mórfica com os aspectos mais elevados em nossa alma, isso aciona como que um “download” dessas nossas próprias qualidades que se tornam então disponíveis para nós na dimensão da personalidade. Dessa forma resgatamos o livre arbítrio em seu sentido mais profundo, podendo escolher a cada momento expressar no mundo a melhor versão de nós mesmos, ou seja, o nosso EU mais elevado.
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